Missão e Visão
Missão
Levar às pessoas o carinho, o amor e a amizade incondicional, que só o animal tem a oferecer.
Visão
Melhorar a qualidade de vida dos nossos assistidos através dos benefícios terapêuticos da interação homem - animal, promovendo o bem estar físico e emocional.
Levar às pessoas o carinho, o amor e a amizade incondicional, que só o animal tem a oferecer.
Visão
Melhorar a qualidade de vida dos nossos assistidos através dos benefícios terapêuticos da interação homem - animal, promovendo o bem estar físico e emocional.
domingo, 13 de novembro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
.: Porcos são usados em tratamento de idosos
.: Porcos são usados em tratamento de idosos: Médica utiliza os animais para despertar a curiosidade em seus pacientes Idosos cuidam de porco em clinica de reabilitação Uma fisioterap...
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
.: Projeto leva terapia com animais para hospitais no...
.: Projeto leva terapia com animais para hospitais no...: Os benefícios de se ter um animal de estimação vão além das brincadeiras e afagos. Muitas vezes, a presença dos pets ajudam seus donos a s...
.: Os Benefícios da Terapia Assistida por Animais em ...
.: Os Benefícios da Terapia Assistida por Animais em ...: Babi nossa pet terapeuta realizando o exercício com bolinha Os animais quebram a depressão, tão comum nos idosos, especialmente naqueles...
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Adestramento | Blog Tudo de Cão: Curso Internacional de Terapia Assistida por Cães ...
Adestramento Blog Tudo de Cão: Curso Internacional de Terapia Assistida por Cães ...: A Tudo de Cão convida a todos para o Curso Internacional de Terapia Assistida por Cães, façam suas inscrições através do e-mail: tac@tac.org...
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Cães ajudam crianças na alfabetização
Que o envolvimento entre criança e cachorro é muito especial você já sabe. Mas essa relação vai além do carinho e do companheirismo. Um estudo realizado pela Escola de Medicina Veterinária da Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, mostrou que, ao ler para cães em voz alta, as crianças melhoram a capacidade de leitura.
Para chegar a esse resultado, os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos. O primeiro deles leu para pessoas, o segundo grupo para cães. As leituras aconteceram durante trinta minutos uma vez por semana.
As crianças que leram para os animais melhoraram a capacidade de leitura quando comparadas àquelas que leram para pessoas. “Um terço das crianças do segundo grupo desistiu das leituras no meio do estudo, mas nenhum participante que estava lendo para os cães abandonou a pesquisa”, conta a veterinária Lisa Freeman, uma das autoras do estudo.
No ano passado, um outro estudo realizado pela Universidade Davis School de Medicina Veterinária e a Fundação Tony La Russa de Resgate de Animais de Walnut Creek, na Califórnia, já havia mostrado os benefícios de ler para os peludos. Os estudiosos analisaram o comportamento de crianças de 8 a 9 anos que já participavam de um programa de terapia assistida com animais chamado All Ears Reading Program (Programa Todo os Ouvidos para a Leitura, em tradução livre).Durante 10 semanas, os estudantes leram em voz alta para três cachorros da Fundação uma vez por semana, por 15 a 20 minutos. O resultado foi positivo: a fluência na leitura melhorou 12% em estudantes regulares e 30% em crianças que estudam em casa, enquanto a velocidade aumentou cerca de 30 palavras por minuto. E 75% dos pais dos participantes notaram que seus filhos estavam lendo em voz alta com mais frequência e confiança.
Os benefícios dos cachorros no processo de leitura ficou evidente. Mas, por que eles são tão bons parceiros neste aprendizado? Com eles, a criança sente segurança de não ser criticada se falar alguma palavra errada. “Esse conforto deve-se ao fato de ela poder mostrar para ‘alguém’ que não tem essa habilidade o que pode fazer. Ela testa algo que não domina com ‘quem’ também não sabe”, diz Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo (SP). Um dos participantes do estudo da Universidade Davis School disse aos pesquisadores: “Os cachorros não ligam se eu ler muito, muito mal, então eu simplesmente continuo lendo”.
Porém, mais importante que isso, ressalta Rita, é a relação ímpar e o amor incondicional que o cachorro pode ter com a criança. “Quando elas estão aprendendo coisas novas, em especial na etapa de alfabetização, é fundamental que tenham alguém amoroso ao lado, sem olhar feio se errar. E o máximo que o cão pode fazer é abanar o rabo ou querer comer um pedaço do livro”, diz.
Fonte: Revista Crescer (Ana Paula Pontes e Bruna Menegueço)
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Terapia Assistida por Animais e Socialização de Cães: Veja entrevista com Ligiane Castro, psicóloga que ...
Terapia Assistida por Animais e Socialização de Cães: Veja entrevista com Ligiane Castro, psicóloga que ...: "1) Como você conheceu o trabalho de terapia assistida por animais? Foi na época da faculdade, durante os estágios de atendimento clínico a..."
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Os Animais e o Espiritismo: Auxílio animal - cães terapeutas
Os Animais e o Espiritismo: Auxílio animal - cães terapeutas: "Kardec e os Espíritos escreveram: 'Fora da caridade não existe salvação'. Diante de nossas possibilidades, devemos ajudar nossos ir..."
quinta-feira, 28 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Terapia e Atividade Assistida por Animais e o Mal de Alzheimer - Inataa
.O Mal de Alzheimer
Por Adriana Paravati Futema*
O Mal de Alzheimer é uma doença degenerativa caracterizada clinicamente pela perda progressiva de memória e é a forma mais comum de demência. Costuma ser diagnosticada em pessoas com idade superior a 65 anos, mas também pode ocorrer em indivíduos mais jovens.A doença evolui em um período médio de oito anos, contados do início dos sintomas até a fase final. O paciente vivencia sintomas relacionados a perda de memória a curto prazo e da capacidade de dar atenção a algo. Também se percebe certo grau de desorientação de tempo e espaço. A pessoa não sabe em que ano está, em que mês, em que dia. Com a progressão da doença o paciente começa a manifestar problemas de linguagem que implicam na diminuição do vocabulário e dificuldade na fala, pode também parecer desleixado ao efetuar tarefar motoras simples, como, escrever, vestir-se, devido as dificuldades de coordenação motora. A memória a longo prazo também vai se perdendo e as alterações no comportamento vão se agravando começando, então, as manifestações de apatia, irritabilidade, instabilidade emocional, chegando ao choro, ataques inesperados de agressividade ou resistência a caridade. O paciente começa a desligar-se da realidade, podendo não reconhecer parentes e conhecidos. Os pacientes vão acabar por não conseguir desempenhar as tarefas mais simples sem ajuda. A sua massa muscular e a sua mobilidade degeneram-se a tal ponto que o paciente tem de ficar deitado numa cama; perdem a capacidade de comer sozinhos.
Não há tratamento curativo para o do Mal de Alzheimer, no entanto existem intervenções que possibilitam confortar o paciente e retardar o máximo possível a evolução da doença. São medicamentos e atividades que estimulam o raciocínio, memória recente, tarefas simples como apanhar e dobrar a roupa, manter o doente ocupado, sem frustrar ou aborrecer. Estimular os sentidos como dançar, caminhar, cantar, conviver com crianças, etc.
A Terapia Assistida por Animais vem contribuir de forma positiva para o tratamento dos indivíduos com mal de Alzheimer, pois por meio dela torna-se possível trabalhar amplitude de movimento, força muscular, movimentos finos, memória recente e cognição. Esse trabalho é desenvolvido através de caminhadas curtas pela instituição, escovação do pelo dos animais, dentre outras atividades, de forma agradável, promovendo uma sensação de bem estar. O uso da Terapia Assistida por Animais pode reduzir até comportamentos de agressividade e rejeição, em alguns idosos, traz diminuição das dores, cria a oportunidade de ser ouvido, facilita a comunicação com o terapeuta e com a equipe e também a expressão dos sentimentos dos idosos. Com isso tudo, visamos melhorar acima de tudo a qualidade de vida destas pessoas.*Adriana Paravati Futema é Fisioterapeuta, Acupunturista, pós-graduada em Fisiologia e Biomecânica da Atividade Motora Avaliação e Reabilitação, especialização em RPG (Reeducação Postural Global), Fisio dermato-funcional. É também Voluntária do INATAA com sua Labradora Gretha.
**Nas fotos: O SRD Aníbal trabalhando na Casa dos Velhinhos de Ondina Lobo, enquanto a São Bernardo Maria Clara, junto com a voluntária Cláudia, leva bem-estar aos idosos do Lar de Idosos Vivência Feliz.
HOSPITAL ESPIRITUAL DO MUNDO: Cães Auxiliam no Tratamento de Crianças Enfermas
HOSPITAL ESPIRITUAL DO MUNDO: Cães Auxiliam no Tratamento de Crianças Enfermas: "Cães Auxiliam no Tratamento de Crianças Enfermas Por.: Elaine Vládia Com Informações da Sesap Terapia Assistida por Animais foi implantada ..."
HOSPITAL ESPIRITUAL DO MUNDO: Terapia Assistida por Cães
HOSPITAL ESPIRITUAL DO MUNDO: Terapia Assistida por Cães: "Terapia Assistida por Cães Traz Benefícios para Saúde e Qualidade de vida dos Pacientes Os cães na sociedade moderna deixaram de ser consi..."
Terapia Assistida por Animais (TAA): o cão como dispositivo terapêutico na clínica fonoaudiológica
Fga. Ms. Camila Mantovani Domingues
“Percebi que os remédios nem sempre vinham em frascos, mas também em quatro patas”. (Dr. Willian Thomas, 1994)
Ao compartilhar nossas rotinas com os animais, estes passaram a fazer parte de nossa cultura ao ocupar diferentes papéis, para além da companhia. Atualmente, devido aos benefícios não restritos ao senso comum, mas também elencados a partir de pesquisas científicas, eles habitam consultórios, hospitais, escolas e instituições diversa. Desses estudos originaram-se duas formas de denominar procedimentos que envolvem animais com o objetivo de cuidar da saúde humana: atividade assistida por animais (AAA) e terapia assistida por animais (TAA) (DELTA SOCIETY, 2006). O termo Terapia Assistida por Animais, do inglês Animal Assisted Therapy (AAT), atualmente considerado oficial, foi proposto pela organização americana Delta Society (http://www.deltasociety.com/) entidade referência para a implantação de programas de Atividade Assistida por Animais (AAA) e Terapia Assistida por Animais.
A TAA é dirigida para promover a saúde física, social, emocional e/ou funções cognitivas através de processo terapêutico formal, com procedimentos e metodologia, amplamente documentado, planejado, tabulado, medido, e com seus resultados avaliados, podendo ser desenvolvido em grupo ou de forma individual (Delta Society, 1996). A hipótese do cão funcionar como um dispositivo terapêutico e potencializar o processo também foi confirmada em pesquisa realizada por nós no Programa de Pós-Graduação em Fonoaudiologia da PUC-SP, no período de fevereiro de 2006 a agosto de 2007. Nos casos acompanhados, a partir da motivação para o contato com o animal, notamos significativa participação dos pacientes na terapia, corroborando os achados de pesquisas e relatos sobre os efeitos positivos do envolvimento de cães em ambiente terapêuticos diversos (KAWAKAMI, 2002; LEWIS, 2003; BECKER, 2003; DOTTI, 2005; MACAULEY, 2006; OBIHACC, 2006).
Nos casos estudados, a presença do cão, no setting fonoaudiológico, favoreceu:
* a interação terapeuta/paciente;
* intensificou a atividade dialógica entre o par;
* a gestualidade e a movimentação corporal comunicativamente eficientes (LaFRANCE e outros, 2007);
* a motivação para as atividades de leitura e escrita por parte dos pacientes;
* a diminuição dos sintomas manifestos na linguagem oral e/ou gráfica, e
* a mobilização da afetividade positiva dos pacientes. Além dos benefícios descritos, outros já apontados cientificamente comprovam que quando crianças e animais estão juntos, seja em uma terapia, na sala de aula ou em outras atividades:
* Cria-se um ambiente motivador para as crianças interação. * Proporciona-se atividades interessantes, espontâneas, facilitando a aprendizagem e a comunicação.
* Facilita-se o desenvolvimento emocional através do vínculo formado entre a criança e cão no qual muitos sentimentos são trocados, auxiliando na superação de conflitos e em uma maior consciência de si mesmo.
* Encoraja o respeito por todas as formas de vida, desenvolvendo senso de responsabilidade e de cuidado consigo e com o outro.
* Facilita a comunicação, favorecendo processos interativos entre criança e cão e/ou com os outros próximos a eles.
* Favorece a expressividade, em diversas formas, já que o animal não julga nem tem preconceito. E foi o psicólogo infantil norte-americano Boris M.
Levinson que, na década de 60, trouxe para a ciência e a prática a riqueza do potencial terapêutico das relações entre crianças e animais. Em seu trabalho ele percebeu que a natureza do vínculo entre pessoas e animais era de uma qualidade diferenciada. Contudo, essa experiência vivenciada por ele significou uma nova visão para a abordagem terapêutica, baseada na relação do homem com o animal. Era o fim dos anos 50, em Nova York. Havia um mês o psicólogo infantil americano Boris Levinson tentava estabelecer contato com o seu mais novo paciente, um menino de quase 10 anos com sérios problemas de socialização. Certo dia, o pequeno paciente chegou antes da hora marcada para a consulta e, na sala de espera, encontrou "Jingles", o cão labrador do doutor Levinson. Ao abrir a porta de seu consultório, qual não foi a surpresa do psicólogo: abraçado ao cachorro, o menino discorria sobre suas angústias e aflições.
A experiência motivou Levinson a usar o "doutor" Jingles no tratamento de autismo. Ele descobriu que o animal propiciava às crianças a oportunidade de expressar suas emoções. Os resultados dos estudos de Levinson foram divulgados em 1962, num artigo intitulado "The dog as a 'co-therapist'" ("O cachorro como um 'co-terapeuta'"). Na ocasião, o psicólogo foi motivo de chacota entre os colegas. Hoje, passadas mais de quatro décadas, as teorias de Levinson são levadas muito a sério. Está comprovado que a convivência com animais faz bem à saúde física e mental dos seres humanos de qualquer idade. (FUCKS, 1989) As experiências com animais em ambientes terapêuticos, nos moldes da TAA, ao longo destes anos, têm mostrado que este dispositivo é potencializador para os processos em que os envolvidos apresentam motivação para estar com o animal. Crianças que apresentam recusas ao tratamento, mediante a presença de um cão no setting, esboçam entusiasmo, ressignificação do processo e interação ativa. Finalizo, ressaltando que as pesquisas atestam a eficácia da TAA em ambientes terapêuticos, bem como a gradativa mobilização de pesquisadores em direção ao tema. Contato:
camiladomingues_taa@ig.com.br
Fonte: Portal Fonoaudiólogo
“Percebi que os remédios nem sempre vinham em frascos, mas também em quatro patas”. (Dr. Willian Thomas, 1994)
Ao compartilhar nossas rotinas com os animais, estes passaram a fazer parte de nossa cultura ao ocupar diferentes papéis, para além da companhia. Atualmente, devido aos benefícios não restritos ao senso comum, mas também elencados a partir de pesquisas científicas, eles habitam consultórios, hospitais, escolas e instituições diversa. Desses estudos originaram-se duas formas de denominar procedimentos que envolvem animais com o objetivo de cuidar da saúde humana: atividade assistida por animais (AAA) e terapia assistida por animais (TAA) (DELTA SOCIETY, 2006). O termo Terapia Assistida por Animais, do inglês Animal Assisted Therapy (AAT), atualmente considerado oficial, foi proposto pela organização americana Delta Society (http://www.deltasociety.com/) entidade referência para a implantação de programas de Atividade Assistida por Animais (AAA) e Terapia Assistida por Animais.
A TAA é dirigida para promover a saúde física, social, emocional e/ou funções cognitivas através de processo terapêutico formal, com procedimentos e metodologia, amplamente documentado, planejado, tabulado, medido, e com seus resultados avaliados, podendo ser desenvolvido em grupo ou de forma individual (Delta Society, 1996). A hipótese do cão funcionar como um dispositivo terapêutico e potencializar o processo também foi confirmada em pesquisa realizada por nós no Programa de Pós-Graduação em Fonoaudiologia da PUC-SP, no período de fevereiro de 2006 a agosto de 2007. Nos casos acompanhados, a partir da motivação para o contato com o animal, notamos significativa participação dos pacientes na terapia, corroborando os achados de pesquisas e relatos sobre os efeitos positivos do envolvimento de cães em ambiente terapêuticos diversos (KAWAKAMI, 2002; LEWIS, 2003; BECKER, 2003; DOTTI, 2005; MACAULEY, 2006; OBIHACC, 2006).
Nos casos estudados, a presença do cão, no setting fonoaudiológico, favoreceu:
* a interação terapeuta/paciente;
* intensificou a atividade dialógica entre o par;
* a gestualidade e a movimentação corporal comunicativamente eficientes (LaFRANCE e outros, 2007);
* a motivação para as atividades de leitura e escrita por parte dos pacientes;
* a diminuição dos sintomas manifestos na linguagem oral e/ou gráfica, e
* a mobilização da afetividade positiva dos pacientes. Além dos benefícios descritos, outros já apontados cientificamente comprovam que quando crianças e animais estão juntos, seja em uma terapia, na sala de aula ou em outras atividades:
* Cria-se um ambiente motivador para as crianças interação. * Proporciona-se atividades interessantes, espontâneas, facilitando a aprendizagem e a comunicação.
* Facilita-se o desenvolvimento emocional através do vínculo formado entre a criança e cão no qual muitos sentimentos são trocados, auxiliando na superação de conflitos e em uma maior consciência de si mesmo.
* Encoraja o respeito por todas as formas de vida, desenvolvendo senso de responsabilidade e de cuidado consigo e com o outro.
* Facilita a comunicação, favorecendo processos interativos entre criança e cão e/ou com os outros próximos a eles.
* Favorece a expressividade, em diversas formas, já que o animal não julga nem tem preconceito. E foi o psicólogo infantil norte-americano Boris M.
Levinson que, na década de 60, trouxe para a ciência e a prática a riqueza do potencial terapêutico das relações entre crianças e animais. Em seu trabalho ele percebeu que a natureza do vínculo entre pessoas e animais era de uma qualidade diferenciada. Contudo, essa experiência vivenciada por ele significou uma nova visão para a abordagem terapêutica, baseada na relação do homem com o animal. Era o fim dos anos 50, em Nova York. Havia um mês o psicólogo infantil americano Boris Levinson tentava estabelecer contato com o seu mais novo paciente, um menino de quase 10 anos com sérios problemas de socialização. Certo dia, o pequeno paciente chegou antes da hora marcada para a consulta e, na sala de espera, encontrou "Jingles", o cão labrador do doutor Levinson. Ao abrir a porta de seu consultório, qual não foi a surpresa do psicólogo: abraçado ao cachorro, o menino discorria sobre suas angústias e aflições.
A experiência motivou Levinson a usar o "doutor" Jingles no tratamento de autismo. Ele descobriu que o animal propiciava às crianças a oportunidade de expressar suas emoções. Os resultados dos estudos de Levinson foram divulgados em 1962, num artigo intitulado "The dog as a 'co-therapist'" ("O cachorro como um 'co-terapeuta'"). Na ocasião, o psicólogo foi motivo de chacota entre os colegas. Hoje, passadas mais de quatro décadas, as teorias de Levinson são levadas muito a sério. Está comprovado que a convivência com animais faz bem à saúde física e mental dos seres humanos de qualquer idade. (FUCKS, 1989) As experiências com animais em ambientes terapêuticos, nos moldes da TAA, ao longo destes anos, têm mostrado que este dispositivo é potencializador para os processos em que os envolvidos apresentam motivação para estar com o animal. Crianças que apresentam recusas ao tratamento, mediante a presença de um cão no setting, esboçam entusiasmo, ressignificação do processo e interação ativa. Finalizo, ressaltando que as pesquisas atestam a eficácia da TAA em ambientes terapêuticos, bem como a gradativa mobilização de pesquisadores em direção ao tema. Contato:
camiladomingues_taa@ig.com.br
Fonte: Portal Fonoaudiólogo
Revista Vida Natural & Equilíbrio
Revista Vida Natural & Equilíbrio
Nossos terapeutas Yuri e Sumi na matéria da Revista Vida Natural & Equilíbrio - número 51
Nossos terapeutas Yuri e Sumi na matéria da Revista Vida Natural & Equilíbrio - número 51
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Revista Vida Natural & Equilíbrio número 51
Vejam a reportagem : "Cães visitam doentes e idosos e os ajudam em atividades terapêuticas"
E lá está Sumi e Yuri, os co - terapeutas do Projeto Cão Bem Estar, fazem um ótimo trabalho no Instituto Movere, no tratamento da obesidade infanto juvenil.
E lá está Sumi e Yuri, os co - terapeutas do Projeto Cão Bem Estar, fazem um ótimo trabalho no Instituto Movere, no tratamento da obesidade infanto juvenil.
Tratar Obesidade Exige Mudanças de Hábitos e a Terapia e Atividade Assistida por Animais, através do Projeto Cão Bem Estar está Ajudando Muito! Assista ao vídeo
Acessem este link e vejam a reportagem! Ah, o vídeo também, olhem nossos terapeutas!
http://glo.bo/m9XTxz
http://glo.bo/m9XTxz
sábado, 2 de julho de 2011
Programa Ação - Instituto Movere
Edição do dia 02/07/2011
02/07/2011 07h31 - Atualizado em 02/07/2011 07h31
Instituto dá orientação e atendimento gratuito para combater a obesidade
Uma em cada duas crianças brasileiras está acima do peso.
O Instituto Movere atende à população de menor renda de São Paulo.
imprimir De cada duas crianças brasileiras, uma está acima do peso. Se nada for feito agora, o Brasil corre o risco de ter, no futuro, uma geração de adultos doentes.
O Instituto Movere, de São Paulo, foi criado para permitir que a população de menor renda receba orientação e atendimento gratuito para combater a obesidade.
“A obesidade está muito na boca ainda dos médicos, nos congressos e dentro dos hospitais. Não está na boca do povo. A o população tinha que entender que a obesidade é uma doença e que a gente precisa tratar”, alerta Vera Lúcia Barbosa, presidente do Instituto Movere.
A doutora vera dedicou a vida ao estudo das causas e do tratamento da obesidade. Em 2014, montou o Instituto Movere para ajudar crianças e adolescentes gordinhos e com pouco dinheiro.
“Vamos pensar num tratamento de obesidade. Estão envolvidos o médico endocrino, um pediatra, uma fonoaudióloga, um fisioterapeuta, um professor de educação física, um próprio fisiologista, a nutricionista e o psicólogo. É uma equipe que você precisa para fazer um trabalho e para tratar da obesidade infantil. Como é que uma criança de baixa renda vai ter condições de acesso ao tratamento?”, questiona a médica.
O problema da obesidade é grave e afeta todas as classes sociais. Os dados do Ministério da Saúde são alarmantes.
Das crianças brasileiras de cinco a nove anos, trinta e três e meio por cento apresentam excesso de peso e 14,3% já são consideradas obesas, ou seja, uma em cada duas crianças é gordinha. A situação é um pouco melhor na faixa de dez a 19 anos, mas também preocupa. Vinte e meio por cento estão acima do peso e 4,9% são obesas.
“As crianças não consomem frutas e não consomem verduras. Elas têm uma alimentação péssima. Algumas crianças já tão hipertensas, outras já com colesterol alterado e gordura no fígado”, alerta Vera Lúcia.
O Instituto Movere funciona em São Paulo com a ajuda de um grupo de voluntários. Em sete anos, eles atenderam cerca de 1,5 mil crianças e adolescentes, de seis a 17 anos, e as famílias.
“É muito importante o trabalho com a criança ser junto com a família. Quem faz a compra dos alimentos e prepara os alimentos são os pais. A alimentação tem que ter horário. Então, é importante a criança entender o que é café da manhã, o que é almoço, o que é um lanchinho da escola, o que é um jantar e ter esses horários para comer”, explica a nutricionista Isabella Alencar.
O filho da dona de casa Priscila Alice de Paula perdeu dois quilos, mas as mudanças na alimentação e nas atividades também foram benéficas para ela. “Eu já perdi cinco quilos. A gente adulto acaba fazendo mais direitinho as coisas porque sabe que é melhor pra gente. Criança às vezes não quer aceitar”, diz.
As crianças também botam a mão na massa. “É legal porque a gente pode ajudar eles fazer alimento. A gente faz pão, bolo, suco e um monte de coisa”, diz Rebeca Fernanda De Souza, de dez anos.
A nutricionista Tatiana Francisco Da Silva se tornou voluntária do Movere por um motivo pessoal. “Eu era obesa. Então, eu acho que isso me motivou também a trabalhar com esse público. Eu me sinto realizada em poder também estar ajudando eles da forma que eu puder”, justifica.
02/07/2011 07h31 - Atualizado em 02/07/2011 07h31
Instituto dá orientação e atendimento gratuito para combater a obesidade
Uma em cada duas crianças brasileiras está acima do peso.
O Instituto Movere atende à população de menor renda de São Paulo.
imprimir De cada duas crianças brasileiras, uma está acima do peso. Se nada for feito agora, o Brasil corre o risco de ter, no futuro, uma geração de adultos doentes.
O Instituto Movere, de São Paulo, foi criado para permitir que a população de menor renda receba orientação e atendimento gratuito para combater a obesidade.
“A obesidade está muito na boca ainda dos médicos, nos congressos e dentro dos hospitais. Não está na boca do povo. A o população tinha que entender que a obesidade é uma doença e que a gente precisa tratar”, alerta Vera Lúcia Barbosa, presidente do Instituto Movere.
A doutora vera dedicou a vida ao estudo das causas e do tratamento da obesidade. Em 2014, montou o Instituto Movere para ajudar crianças e adolescentes gordinhos e com pouco dinheiro.
“Vamos pensar num tratamento de obesidade. Estão envolvidos o médico endocrino, um pediatra, uma fonoaudióloga, um fisioterapeuta, um professor de educação física, um próprio fisiologista, a nutricionista e o psicólogo. É uma equipe que você precisa para fazer um trabalho e para tratar da obesidade infantil. Como é que uma criança de baixa renda vai ter condições de acesso ao tratamento?”, questiona a médica.
O problema da obesidade é grave e afeta todas as classes sociais. Os dados do Ministério da Saúde são alarmantes.
Das crianças brasileiras de cinco a nove anos, trinta e três e meio por cento apresentam excesso de peso e 14,3% já são consideradas obesas, ou seja, uma em cada duas crianças é gordinha. A situação é um pouco melhor na faixa de dez a 19 anos, mas também preocupa. Vinte e meio por cento estão acima do peso e 4,9% são obesas.
“As crianças não consomem frutas e não consomem verduras. Elas têm uma alimentação péssima. Algumas crianças já tão hipertensas, outras já com colesterol alterado e gordura no fígado”, alerta Vera Lúcia.
O Instituto Movere funciona em São Paulo com a ajuda de um grupo de voluntários. Em sete anos, eles atenderam cerca de 1,5 mil crianças e adolescentes, de seis a 17 anos, e as famílias.
“É muito importante o trabalho com a criança ser junto com a família. Quem faz a compra dos alimentos e prepara os alimentos são os pais. A alimentação tem que ter horário. Então, é importante a criança entender o que é café da manhã, o que é almoço, o que é um lanchinho da escola, o que é um jantar e ter esses horários para comer”, explica a nutricionista Isabella Alencar.
O filho da dona de casa Priscila Alice de Paula perdeu dois quilos, mas as mudanças na alimentação e nas atividades também foram benéficas para ela. “Eu já perdi cinco quilos. A gente adulto acaba fazendo mais direitinho as coisas porque sabe que é melhor pra gente. Criança às vezes não quer aceitar”, diz.
As crianças também botam a mão na massa. “É legal porque a gente pode ajudar eles fazer alimento. A gente faz pão, bolo, suco e um monte de coisa”, diz Rebeca Fernanda De Souza, de dez anos.
A nutricionista Tatiana Francisco Da Silva se tornou voluntária do Movere por um motivo pessoal. “Eu era obesa. Então, eu acho que isso me motivou também a trabalhar com esse público. Eu me sinto realizada em poder também estar ajudando eles da forma que eu puder”, justifica.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
MEDICINA VETERINÁRIA PMPE: terapia assistida por animais
MEDICINA VETERINÁRIA PMPE: terapia assistida por animais: "Só quem tem um animal por perto sabe a delícia que é receber carinho gratuito e um amor incondicional. No caso de pessoas com limitações fís..."
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Projeto Cão Bem Estar e Instituto Movere
Parceria que deu certo!!! Estamos empenhadas no trabalho, as crianças estão adorando!
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